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O gato que se recusou a ser vacinado

- 10/05/2016

O engenheiro agrônomo Irval Leonel Veiga, ex-presidente da Emater-Rio, reuniu histórias vividas em suas andanças pelo Estado. Uma delas é um caso bastante pitoresco, ocorrido em Bom Jardim, no início dos anos 70.

Filho de um cabo-eleitoral do prefeito, um menino de dez anos fora mordido por um cão raivoso. O prefeito ficou chocado com o episódio. No dia seguinte, determinou que fosse feita uma campanha de vacinação antirrábica em todo o município. Todos os animais teriam que ser vacinados.

Ao visitar uma fazenda no interior, os técnicos da Emater vacinaram todos os cães, mas não acharam um gato, que escapara da agulhada metendo-se no mato. Os vacinadores, então, deixaram o medicamento e uma seringa, instruindo o produtor:

- É simples: o senhor prende o bicho e vacina ele no saco. Sabe como é?

- Deixa comigo! – o produtor se empolgou.

No dia seguinte, o sujeito apareceu no escritório da Emater para reclamar. Estava todo arranhado:

- Vocês disseram que era fácil?! Pois bem, toda vez que eu tento abrir as pernas do gato, ele me arranha todo.

O funcionário da Emater levou as mãos à cabeça:

- Não, meu senhor! Era para colocar o gato dentro de um saco e, depois, aplicar a injeção.


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