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Um passeio pela fascinante Grécia

- 18/05/2018

Conhecer a Grécia é mais do que admirar as suas belezas naturais, emolduradas por águas matizadas de azul turqueza, translúcidas, sobre o fundo de calcário. É conhecer o berço da civilização ocidental, que nos legou a democracia e um estilo de arquitetura inconfundível, perpetuado em imponentes construções, erguidas nos países mais desenvolvidos de nosso tempo, como os Estados Unidos, a Alemanha e a Rússia.

Uma das paradas obrigatórias é visitar Atenas e fazer um passeio pelo Centro Histórico, onde se encontram as ruínas desses templos da Arquitetura, cujas variações residem em detalhes que remontam ao estilo refinado dos escultores da época. O mais emblemático de todos é o Parthenon. Se o visitante, assim como eu, for uma pessoa fascinada pela História, não pode deixar de reservar um tempo para conhecer o Grande Museu de Atenas, todo em mármore. É emocionante!

Aprendi a amar este país quando ocupava uma cadeira do Senado Federal e percebi que o Brasil precisava reaquecer as relações comerciais com alguns países europeus. A Grécia era um deles. Criamos comissões de representantes dos dois países e, desde então, as viagens ocorreram com maior frequência. E a cada uma delas se sucediam impressões altamente positivas, como a hospitalidade do povo, seu espírito ao mesmo tempo festeiro e acostumado a enfrentar dificuldades com coragem e sabedoria; e, principalmente, o fascínio pelos desafios do mar.

Desde épocas remotas, os gregos se adaptaram a desenvolver embarcações para transportar mercadores pelos portos do Mediterrâneo. Como o país é cercado de um grande número de ilhas, cada qual mais bela que a outra, entenderam que a navegação seria fundamental para a sua sobrevivência. Tornaram-se especialistas no assunto.

Durante a Segunda Guerra, os navegantes gregos eram contratados pelos Aliados para empreenderem verdadeiras missões suicidas, atravessando as linhas inimigas para transportarem armas e alimentos a pontos de difícil acesso. Terminada a Guerra, tiveram a chance de comprar navios de grande porte por preços e condições especialíssimas. Os que conseguiram sobreviver, investiram sua riqueza neste setor. E, desde então, os gregos tornaram-se os maiores armadores do mundo.

Possuem 50% da frota de navios da Europa e 25% da que opera pelos sete mares. Não é por acaso que o sonho de todo jovem grego é ser um grande armador. A verdade é que a Grécia sempre nos ensinou os segredos da vida. Não perca a oportunidade de conhecê-la!

 


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