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Higiene é um compromisso coletivo

- 23/04/2020

Foi preciso que uma doença produzida por um vírus se espalhasse em todo mundo para que as pessoas passassem a refletir sobre os cuidados com a higiene pessoal e as condições básicas de assepsia que devem manter em suas residências e locais de convivência - como no trabalho, escola, centros de comércio, lazer, etc.

CEO de uma empresa especializada no assunto, Eduardo Marçolla, da Natural Papper, tem feito muitas lives esclarecendo sobre cuidados básicos de higienização e produtos recomendados para diversas finalidades; corporativas, inclusive. Participará de mais uma nesta quinta-feira, 23/4, às 17h25, no ciclo “Lives da Superação” (“O mundo era diferente há um mês. Como será amanhã?”), promovido pela CDPV – Escola de Vendas.

Atualíssimo, o assunto já foi tratado em diversas edições da Revista DESTINOS SERRA & MAR que, mais uma vez, convida Eduardo Marçolla para levar esclarecimentos ao grande público.

Eduardo Marçolla, CEO da Natural papper

DSM E, de repente, o mundo descobriu que a higiene é uma questão fundamental na vida do ser humano...

Eduardo Marçolla - Quando descobriram que um vírus tem capacidade de se reproduzir rapidamente e pode permanecer numa superfície por até nove dias, as pessoas entraram em pânico. Mas isso não acontece apenas com o coronavírus, muitos outros vírus e bactérias têm a mesma resistência.

DSM – Vocês vêm batendo nesta tecla há muitos anos...

EM - Somente agora as pessoas estão atentando para a necessidade de lavar as mãos com sabonetes apropriados e de forma correta. Sempre explicamos isso em palestras para funcionários de empresas onde estamos implementando um projeto de higienização. Destacamos a importância da higiene das mãos e, principalmente, do local onde se trabalha. Uma falha que a gente percebe é que as pessoas pensam muito em si e não de forma coletiva, no ambiente que é usado por várias pessoas. Precisamos acabar com este individualismo: todos devem colaborar para que o ambiente de trabalho esteja sempre limpo. Muitas doenças são contraídas por falta de higiene básica.

 

 

DSM – Não faz muito tempo, estes ensinamentos vinham de casa. Eram transmitidos dentro da própria família.

EM – Exatamente. Costumo dizer que aprendi muito com o meu pai. Ele era representante de laboratório farmacêutico e trazia o seu conhecimento para nos ensinar. Como, por exemplo, que não devemos entrar em casa com os calçados sujos que trazemos da rua. Eles devem ficar fora de casa. Dependendo do local de onde estamos vindo, devemos trocar de roupas e tomar um banho, até. Estas práticas impedem que as bactérias proliferem dentro de casa. Mas, infelizmente, são poucos os que procedem assim. 

DSM – Se em casa não fazemos o que é necessário, o que você tem visto nas empresas?

EM – É necessário dar mais atenção aos banheiros, principalmente. Em muitos deles não existe nem papel toalha para os funcionários e usuários de fora secarem as mãos. Mas, agora, agora, esta exigência será motivo de uma lei federal. As empresas deverão colocar material de higiene (sabonetes, toalhas de papel, etc.) à disposição de seus funcionários. Isso também acontece na área de turismo, em hotéis, bares e restaurantes, principalmente. Na maioria dos bares e restaurantes a assepsia das mesas não é feita como deveria.

 

 

DSM – Com o desemprego gerado pela quarentena obrigatória, muitos trabalhadores estão migrando para o setor de alimentação. E isso tem preocupado antigos empresários do setor, que levaram anos para se adequar aos processos de manipulação de alimentos. Como o consumidor deve proceder diante desse quadro de risco?

EM – O consumidor deve ter muito cuidado. Hoje, temos muitas empresas trabalhando nos padrões recomendáveis, usando produtos para higienizar alimentos e outros para higienizar a bancada de trabalho, de rápida secagem, evitando deixar vestígios na própria bancada e no alimento – além dos cuidados pessoais que os funcionários devem ter. E, por fim, os cuidados que devem ser observados na embalagem, deixando o alimento isolado das ações do ambiente. Na hora de pedir o seu prato, o consumidor precisa se informar  sobre tudo isso. Um caminho rápido é ver a avaliação sobre o fornecedor.

DSM – Não basta o cuidado na manipulação do alimento. A questão da entrega da embalagem também é fundamental.

EM – Vou dar o exemplo de uma refeição que encomendei, dias atrás. O motoboy chegou uniformizado, bem protegido, usando máscara. Ao descer da moto fez a higiene das mãos com álcool gel e, mantendo uma boa distância, entregou a quentinha, devidamente embalada. Depois, numa segunda etapa, tratou do pagamento, usando a maquininha. Não misturou as operações, que é o correto.

DSM – Agora, vamos ao mais importante: como é que as pessoas devem proceder dentro de casa?

EM – Em primeiro lugar, fazer a higiene das mãos, permanentemente. Assim como manter a limpeza da casa, usando cloro e álcool na cozinha, banheiros e áreas, principalmente. Devem estar muito atentas com os produtos que trazem das ruas, descartando sacolas plásticas, lavando com água e sabão os produtos que vão para a geladeira; e passar um paninho umedecido com álcool em outras embalagens, que não podem ser lavadas.

DSM – Como as pessoas e as empresas podem recorrer à Natural Papper para esclarecimentos sobre processos de higienização e produtos recomendados?

EM – Podem ligar para o telefone 0800 0954990; ou para o WhatsApp business (21) 2472-4950; ou, então, pelo chat, no site da empresa: www.naturalpapper.com.br


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