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Uma política para o Turismo Cultural

Revista Serra & Mar - 19/07/2013

Uma política para o TURISMO CULTURAL

Empresários e pesquisadores pedem ações do poder público com a iniciativa privada para a conscientização da população, antes que o patrimônio histórico desapareça

Para que as 14 cidades situadas no Vale do Café consigam desenvolver a indústria do turismo cultural, atendendo às expectativas do poder público, da iniciativa privada e, sobretudo, das populações locais, é fundamental que o Governo do Estado do Rio de Janeiro e esses municípios criem e executem uma política específica para o setor.

A afirmativa é do professor, historiador e pesquisador Adriano Novaes, uma das maiores autoridades sobre o ciclo da economia cafeeira, que transformou toda aquela região do interior fluminense no centro mais próspero do país no século XIX e início do século XX.

Responsável pelo escritório do Inepac (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural) da região do Vale do Paraíba, sediado em Valença, Adriano considera que não adianta, apenas, ações isoladas dos governos estadual e municipais ou de proprietários de fazendas históricas, para que o turismo volte a movimentar as engrenagens da economia da região.

“A principal ação é fazer com que as pessoas ligadas direta ou indiretamente ao patrimônio histórico tenham consciência da importância desses bens para a cidade e o país, transformando-os em atrativos para os visitantes. Mas, infelizmente, a grande maioria não tem o menor conhecimento sobre a história do lugar, das famílias que ali residiram e dos imóveis que ainda estão de pé, como documentos de um dos principais momentos da história do Brasil” – argumenta.

 

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